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Vale do Capo 
Chapada Diamantina. Palmeiras - Bahia
 

A       CATARSE  um "estado" que deve ser buscado por todos nós.

Todo nosso trabalho se apóia sobre três pilares: o primeiro, passa por conhecer o indivíduo em seu atual nível de saber, através de uma entrevista detalhada e por uma análise individual profunda realizada por profissionais que buscarão "alcançar nosso hóspede onde quer que ele esteja”, suas idéias e ideais, "verdades", dissabores e lutas... enfim, nesse momento buscaremos perceber o que em realidade ele tanto "defende". O segundo, ainda em "parceria com o hóspede", “pescaremos” um traço que nos sirva de guia e aval para sua causa, seus motivos, delinhando assim uma ótica do como e do por quê age e reage de uma determinada forma ao que “a vida se lhe apresenta"... que “sabor” seria este que ele não consegue abrir mão (o que estaria além desse princípio ?) ? O terceiro, providos deste “saber mais” (mas sem constituí-lo como tal ou taxando-o como única e exclusiva linha de raciocínio e/ou conduta) do nosso hóspede , expor e trabalhar esses conceitos, em grupo e/ou parceria, com técnicas que disponibilizam, implementam e monitoram novas experiências psíquicas que certamente virão “à tona” (potência X ato) quando dos seus futuros questionamentos e decisões. Todas as nossas "pontuações" são revisadas e analisadas constantemente pela equipe de trabalho através de técnicas adequadas necessárias aos programas em uso.

Acreditamos que o processo, seja ele qual for, funda-se a partir de um postulado emocional qualquer, e que em um segundo momento, passa a fazer parte da estrutura que, realimentada constantemente por “confirmações”, torna-se de difícil dissolução. A proposta da CATARSE, de observação crítica das emoções “ultrapassando” o limite dos sintomas e das “verdades” do sujeito para ir às suas causas, não se registra como novidade. É de “simples percepção” por seguir a prática do Auto-conhecimento (para alguns auto-análise) e se faz clássica por não se ater apenas às superficialidade alcançadas, aprofundando-se cada vez mais, sem minimizar ou amenizar as buscas do sujeito por causa das suas possíveis dores superficiais de nível e caráter egóico, que se apresentam durante seus processos de “descoberta”. A nossa busca por restabelecer os princípios lógicos aos nossos hóspedes, são fundamentais para que destruam em si, e por si só, a passividades e/ou heranças fantasiosas de suas carências ou permissividades, atribuídas às suas estórias de vida.

Estamos cientes que as novas “leituras” disponibilizadas e implementadas não substituirão as experiências do indivíduo (é clássico que do Inconsciente nada se apaga), mas, em função do “peso” que estas possuirão (carga emocional e lógica desenvolvidas no momento da catarse), se farão prioritárias em momentos decisivos.

Acreditamos ainda que a Razão só é alcançada com disciplina mental... e quando falamos em disciplina mental, falamos também sobre um “certo conhecimento” proveniente do intelecto. Todas as “leis” da CATARSE estão determinadas por entre as linhas das nossas exposições e textos, que definem as patologias observadas como "um efeito", e são assim por nós encaradas! Tais dependências são construídas sob uma ótica distorcida entre buscas e fugas de um “Si mesmo”, abalizada por um presunçoso "acreditar" conhecer-se ou auto-suficiência. Ao possibilitar o nosso hóspede, de forma criteriosa, um “erguer” de um novo mental - e vai aí toda nossa responsabilidade enquanto profissionais - suas estruturas anexas corresponderão, no mínimo, com o estado da duvida. Este é o "gancho" necessário para o início da construção de uma "via de reflexão" que precisamos para desenvolver o programa de abordagem escolhido para nossos trabalhos. Toda experiência possibilitada/implementada ao hóspede, só se tornarão "realidade" em si mesmas, se houver o aceite sob a luz da razão, em todo processo de re-construção.

As diversas fases, inclusive a do “espelho”, só deverão ficar mais claras para nosso hóspede, quando alguns dos seus vínculos começarem a ser percebidos e ele mesmo “ (se) permita quebrá-los”. O hóspede, então, de posse das prerrogativas do trabalho que já exerce nesse conhecimento de Si mesmo, saberá, em seu tempo, acolher o Estado pacífico e Justo no caminho da inteireza e continuidade da Vida, “à medida e estatura” que lhe cabe!

CATARSE